Tenho um robot cozinheiro,
que cozinha com amor.
Queria ir à fruteira
Mas entrou no ferrador.
E depois, muito confuso,
cozinhou uns chinelos
e um prato de parafusos
no lugar de três marmelos.
Um bolo feito de roscas
decorado com ameixas.
E uma tarte de pregos
com gosto a laranjas frescas.
Mais rodelas de manteiga.
"Que faço com este robot?",
pergunto-me todo dia,
que entrou no ferrador
em vez de entrar na frutaria."
Autor desconhecido
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domingo, 15 de agosto de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A Máquina de brincar
Brincar não é brinquedo!
Tem mil e um segredos.
Um lápis é um soldado.
Uma caixa, casinha.
Já o jornal, recortado,
Coroa até rainha.
É séria essa série
de mágicas brincadeiras.
A boca, uma sirene.
A mão, uima batedeira.
O corpo se transforma.
Duas asas são os pés.
E os braços, a muralha
De um castelo amoroso.
Brincar de amor só pode
Se o beijo foi sonhado.
Não vale empurrar,
Legal mesmo é ter em tudo que é lugar.
Autor desconhecido
Tem mil e um segredos.
Um lápis é um soldado.
Uma caixa, casinha.
Já o jornal, recortado,
Coroa até rainha.
É séria essa série
de mágicas brincadeiras.
A boca, uma sirene.
A mão, uima batedeira.
O corpo se transforma.
Duas asas são os pés.
E os braços, a muralha
De um castelo amoroso.
Brincar de amor só pode
Se o beijo foi sonhado.
Não vale empurrar,
Legal mesmo é ter em tudo que é lugar.
Autor desconhecido
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